Avançar para o conteúdo principal
A ARQUITECTURA E OS CIDADÃOS

ȃ tempo de exigir dos arquitectos
que façam aquilo que sabem e que
assumam a sua responsabilidade
no ordenamento do território, na
melhoria do ambiente urbano e na
qualidade arquitectónica do que se
constrói em Portugal»

Arquitecta Helena Roseta, Bastonária da O.A.

(in «País Positivo», Jun-Jul 2006)


E eu, cidadão, acrescento:
Para além desta norma, responsabilidades acrescidas terão os
arquitectos que detêm cargos no Poder Local ou que exercem
funções nas Autarquias.

Comentários

Não tenho nada contra ninguém mas.. os arquitectos são dispensaveis numa sociedade onde existam desigualdades...

porque os arquitectos exigem o impossivel.. e o impossivel não pode ser realidade para os pobres...

Mensagens populares deste blogue

                                            DOIS DEDOS DE CONVERSA      Cruzamo-nos à porta do estabelecimento. E como por vezes sucede entre pessoas educadas, nas hesitações do entra-e-sai, foi o costume: faça o favor; o senhor primeiro; primeiro o senhor; faça o favor.      Parecia contar já uma bonita idade, que se adivinhava pelo rosto cansado, enrugado. Estático, mirou-me através das lentes grossas dos seus óculos, a sondar as lonjuras das memórias e perguntou: "o senhor não é daqui, pois não?"      Não! eu não era dali.      Em geografia simplificada, foi o que lhe disse: "a minha cidade fica a dois ou três concelhos a norte daqui, junto à costa".      "Então somos vizinhos", exclamou com alegria.      Desnovelou a vida: muito novo saíra da terra porque naqueles tempos a vida era difí...
                                                    PORTUGAL E BRASIL      A próxima cimeira luso-brasileira, a 19 deste mês, vai juntar os mais altos governantes dos dois países para prepararem (ou assinarem?) nada mais, nada menos do que 20 acordos!      Esta é uma possível boa notícia.      Na cimeira serão tratados assuntos relativos, entre outros, a Defesa, Justiça, Saúde, Segurança, Ciência e Cultura. Ciente das suas responsabilidades, o Governo português terá recolhido opiniões alargadas e fundamentadas sobre cada uma das áreas, no sentido de melhor servir os interesses do povo que representa.      Destaco duas áreas de vital importância: Defesa e Cultura.      No âmbito da primeira, a Defesa, oxalá não nos fiquemos pela "ambição" da compra de equipamentos. Os interesses m...

ANTÓNIO ENES

  Os elementos da primeira Guarnição da Corveta "António Enes" juntaram-se recentemente na Base Naval de Lisboa para uma cerimónia carregada de simbolismo: a despedida do navio, acabado de ser oficialmente abatido ao efectivo da esquadra naval. Concebida para uma vida estimada de 30 a 35 anos, navegou durante 55 anos! O patrono do navio foi António José Orta Enes: nasceu e estudou em Lisboa, tendo-se licenciado em Letras. Ainda estudante, assumiu um espírito liberal e republicano e viria a integrar o grupo "Geração de 70" (Eça de Queiroz e outros), que promoveu uma profunda revolução cultural, literária e política. Foi jornalista, escritor/dramaturgo, político e diplomata, deputado, Ministro da Marinha e do Ultramar, Bibliotecário-Mor da Biblioteca Nacional de Lisboa e Administrador Colonial (em Moçambique, e por sua iniciativa, mudou a capital da Ilha de Moçambique para Lourenço Marques). Devido ao último cargo, Conselheiro do Rei, foi feito Fidalgo Cavaleiro da Ca...