Avançar para o conteúdo principal

URBANISMO E ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO

1. Em declarações recentes à revista "Arquitectura e Construção", o Presidente da Ordem dos Arquitectos (OA), João Rodeia, lembra que "a arquitectura deve ser entendida como um recurso estratégico para o desenvolvimento do país".

O desejo da OA, se chamada a colaborar com o Governo, é que "dessa colaboração resultem melhores condições para fazer uma melhor arquitectura, uma melhor cidadania".

2. O Presidente da OA não sabe se em Portugal fazem falta mais arquitectos ligados ao urbanismo, mas não tem dúvidas de que fazem falta melhores espaços públicos na cidade.

É preciso pensar como se podem requalificar os centros das cidades, repovoá-los e saber como ligar tais centros às periferias.

Sabemos o quanto há a fazer, por todo o lado, no que toca ao urbanismo e ao ordenamento do território. Uma tarefa imensa, permanente e compensadora.

3. Posto isto, como deverá ser entendido o posicionamento do Município da Póvoa de Varzim face aos aspectos aqui focados pelo Presidente da OA?

Comentários

José Leite disse…
O que faz mais falta ao actual presidente da câmara
é apenas isto: MAIS URBANIDADE!

Mensagens populares deste blogue

                                                    PORTUGAL E BRASIL      A próxima cimeira luso-brasileira, a 19 deste mês, vai juntar os mais altos governantes dos dois países para prepararem (ou assinarem?) nada mais, nada menos do que 20 acordos!      Esta é uma possível boa notícia.      Na cimeira serão tratados assuntos relativos, entre outros, a Defesa, Justiça, Saúde, Segurança, Ciência e Cultura. Ciente das suas responsabilidades, o Governo português terá recolhido opiniões alargadas e fundamentadas sobre cada uma das áreas, no sentido de melhor servir os interesses do povo que representa.      Destaco duas áreas de vital importância: Defesa e Cultura.      No âmbito da primeira, a Defesa, oxalá não nos fiquemos pela "ambição" da compra de equipamentos. Os interesses m...
                                            DOIS DEDOS DE CONVERSA      Cruzamo-nos à porta do estabelecimento. E como por vezes sucede entre pessoas educadas, nas hesitações do entra-e-sai, foi o costume: faça o favor; o senhor primeiro; primeiro o senhor; faça o favor.      Parecia contar já uma bonita idade, que se adivinhava pelo rosto cansado, enrugado. Estático, mirou-me através das lentes grossas dos seus óculos, a sondar as lonjuras das memórias e perguntou: "o senhor não é daqui, pois não?"      Não! eu não era dali.      Em geografia simplificada, foi o que lhe disse: "a minha cidade fica a dois ou três concelhos a norte daqui, junto à costa".      "Então somos vizinhos", exclamou com alegria.      Desnovelou a vida: muito novo saíra da terra porque naqueles tempos a vida era difí...
                      VINDIMAS, COLHEITAS E PROMESSAS      Normais fossem os tempos que vivemos e agora, mais mês, menos mês seriam os tempos de vindimas e de colheitas. Havia um calendário.      Agora já não se seguem as mesmas regras porque os homens tentam enganar a Natureza para melhor conseguirem os seus íntimos fins. E apenas os seus - nunca os dos outros!      Marco Túlio Cícero, nascido em 106 a.c., foi um talentoso advogado, filósofo, orador, escritor e político romano. Além dos muitos cargos políticos foi também militar, o que lhe deu a conhecer um outro lado da vida.      Num dos seus Tratados, Marco Túlio Cícero deixou-nos o seguinte testamento, fruto da experiência vivida e do seu pensamento:      "O Orçamento Nacional deve ser equilibrado. As Dívidas Públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pa...