Avançar para o conteúdo principal
A POLÍTICA POVEIRA FOI A BANHOS

A desculpa, ou a culpa, é das férias de verão, longas demais. "O PS deixou de apresentar propostas", lamenta-se a maioria PSD do executivo camarário. Dantes apresentavam sempre. As reuniões de Câmara, com o presidente (mais uma vez )ausente, não têm matéria que preencha uma Agenda. Porque a maioria não quer e porque não sabe o que fazer. Se o PS apresentasse propostas...

Sendo a época de acalmia, porque não usar a placidez do fim de tarde da reunião a trocar impressões e a debater ideias com a Oposição?
Mesmo que sejam pontos que não constem da Agenda.
Mesmo que as conclusões não fiquem registadas nas Actas, e se percam nas intenções.
Reflexão e debate, com a Oposição, seriam pecados capitais!

Trocar impressões? Não existe o hábito.
Debater ideias? As vaidades impedem-no.

Nos meses de verão, as férias não permitem que a maioria PSD construa uma Agenda Política que nos interesse.

Comentários

José Leite disse…
O conceito de democracia destes "senhores" (aí na Póvoa e em todo o lado) é AUTISMO.

Abril ainda não chegou. O país está cheio de Terreiros do Paço.
Em cada um mora um pequeno reizinho com o rei na barriga.
Dimas Maio disse…
Comandante Figueiredo:

Aproveito a sua observação calmosa, para, com a mesma pacatez de espírito, lhe chamar a atenção para os últimos posts de meu blog "Mar de Maio"
Tenho constatado que o PS na Câmara,desde sempre,se tem remetido à dicussão sobre a oportunidade das obras da cidade e dicute-se o que realmente é discutível.
Porém,fora de toda a discussão, estão os factos que aponto.
O espaço da acção para quem, a sério e organizadamnte, quer lutar pela PÓVOA,está,aí, bem definido.

Sem mais retórica e, como à bon entendeur un demi-mot suffit...

modestamente
Dimas Maio

mardemaio.blogspot.com
Rouxinol

a palavra Autarca , resulta da familia de Autismo?..de certo Modo!
AUTO , quer dizer si próprio...ou por si só..., por isso uma, autarquia nunca poderá ser uma democracia...Autarquia é governo autónomo,poderabsoluto,, autonomia...
por isso fazemtanta falta as Regiões Administrativas...

Mensagens populares deste blogue

                                            DOIS DEDOS DE CONVERSA      Cruzamo-nos à porta do estabelecimento. E como por vezes sucede entre pessoas educadas, nas hesitações do entra-e-sai, foi o costume: faça o favor; o senhor primeiro; primeiro o senhor; faça o favor.      Parecia contar já uma bonita idade, que se adivinhava pelo rosto cansado, enrugado. Estático, mirou-me através das lentes grossas dos seus óculos, a sondar as lonjuras das memórias e perguntou: "o senhor não é daqui, pois não?"      Não! eu não era dali.      Em geografia simplificada, foi o que lhe disse: "a minha cidade fica a dois ou três concelhos a norte daqui, junto à costa".      "Então somos vizinhos", exclamou com alegria.      Desnovelou a vida: muito novo saíra da terra porque naqueles tempos a vida era difí...
                                                    PORTUGAL E BRASIL      A próxima cimeira luso-brasileira, a 19 deste mês, vai juntar os mais altos governantes dos dois países para prepararem (ou assinarem?) nada mais, nada menos do que 20 acordos!      Esta é uma possível boa notícia.      Na cimeira serão tratados assuntos relativos, entre outros, a Defesa, Justiça, Saúde, Segurança, Ciência e Cultura. Ciente das suas responsabilidades, o Governo português terá recolhido opiniões alargadas e fundamentadas sobre cada uma das áreas, no sentido de melhor servir os interesses do povo que representa.      Destaco duas áreas de vital importância: Defesa e Cultura.      No âmbito da primeira, a Defesa, oxalá não nos fiquemos pela "ambição" da compra de equipamentos. Os interesses m...

ANTÓNIO ENES

  Os elementos da primeira Guarnição da Corveta "António Enes" juntaram-se recentemente na Base Naval de Lisboa para uma cerimónia carregada de simbolismo: a despedida do navio, acabado de ser oficialmente abatido ao efectivo da esquadra naval. Concebida para uma vida estimada de 30 a 35 anos, navegou durante 55 anos! O patrono do navio foi António José Orta Enes: nasceu e estudou em Lisboa, tendo-se licenciado em Letras. Ainda estudante, assumiu um espírito liberal e republicano e viria a integrar o grupo "Geração de 70" (Eça de Queiroz e outros), que promoveu uma profunda revolução cultural, literária e política. Foi jornalista, escritor/dramaturgo, político e diplomata, deputado, Ministro da Marinha e do Ultramar, Bibliotecário-Mor da Biblioteca Nacional de Lisboa e Administrador Colonial (em Moçambique, e por sua iniciativa, mudou a capital da Ilha de Moçambique para Lourenço Marques). Devido ao último cargo, Conselheiro do Rei, foi feito Fidalgo Cavaleiro da Ca...