Os elementos da primeira Guarnição da Corveta "António Enes" juntaram-se recentemente na Base Naval de Lisboa para uma cerimónia carregada de simbolismo: a despedida do navio, acabado de ser oficialmente abatido ao efectivo da esquadra naval. Concebida para uma vida estimada de 30 a 35 anos, navegou durante 55 anos! O patrono do navio foi António José Orta Enes: nasceu e estudou em Lisboa, tendo-se licenciado em Letras. Ainda estudante, assumiu um espírito liberal e republicano e viria a integrar o grupo "Geração de 70" (Eça de Queiroz e outros), que promoveu uma profunda revolução cultural, literária e política. Foi jornalista, escritor/dramaturgo, político e diplomata, deputado, Ministro da Marinha e do Ultramar, Bibliotecário-Mor da Biblioteca Nacional de Lisboa e Administrador Colonial (em Moçambique, e por sua iniciativa, mudou a capital da Ilha de Moçambique para Lourenço Marques). Devido ao último cargo, Conselheiro do Rei, foi feito Fidalgo Cavaleiro da Ca...
Comentários
Um abraço.
Não percebi! E também não tenho cauda! eh!eh!
Este provérvio é tipicamente luso!!!
"Eles" saem do governo e vão logo abocanhar um tacho numa Empresa Pública sem aquela "quarentena" eticamente aconselhável.
Deixam a "pasta" e metem o dente à "posta" com gula desmedida!
Saem da câmara e vão logo abocanhar uns ossitos na empresa municipal!!!
Por que é que não hão-de abanar o rabo?!!!
Só se fossem uns ingratos!!!
Meu Deus, onde anda o povo?!!!
Ah!!.. o Povo, esse "gato escaldado", ainda não abriu os olhos... Quando os abrir, essa "canzoada" responsável pelo défice que todos pagamos vai dar uma grande volta ao "bilhar grande"... Ai se não vai!...
A Justiça Social, esse D. Sebastião, há-de chegar e pôr tudo nos eixos!
Tenho razão ou não, comandante?!!!
Demonstrado ficou o provérbio: «Para bom entendedor, meia palavra basta». E bastou, e bem!
Acho que tem toda a razão.