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ESTACIONAMENTO: USOS E ABUSOS

Há o estacionamento pago, à superfície, que é uma árvore das patacas, e há o dos parques privados, pago, com tendência para a roubalheira.
Falo, agora, doutros géneros, que vemos por cá.

1. Espaços reservados para ambulâncias junto a clínicas e consultórios, com infrações sujeitas a coima e reboque.
Espaços reservados para a CMPV(vereadores) junto à CGD na Praça do Almada.
Espaços para a CMPV(ao lado da CGD, também na Pr. do A lmada.
Espaços com parquímetro, reservados para a CMPV, ao lado dos CTT.
Espaços reservados para as Finanças (Chefe e outros).

Estes e semelhantes espaços deviam indicar que a reserva é apenas em dias úteis (ou de funcionamento), e das tantas às tantas horas. Um cidadão que pretenda ser cumpridor, passa a ser artolas; se estacionar, usando a racionalidade, não escapará à fome da multa e à febre do reboque. Existe aqui um abuso dos direitos dos cidadãos e uma ofensa à sua inteligência.

2. A CMPV tem um parque privativo (com barreira), sendo as infrações sujeitas a coima e reboque, no parque do antigo quartel (aos fins de semana está vazio); tem espaços reservados na frente e ao lado da CGD, e junto aos «Serviços»(ao lado dos CTT). Como costumam dizer os «senhores», recriminando o «Zé»: «há pessoas que querem levar os carros até à porta do café ou do emprego».

3. Há carros que não são da Câmara mas utilizam os espaços a ela reservados porque têm o cartão «em serviço», com a rúbrica carimbada do presidente. Está mal!

4. Gostaria de saber:
a. com que direito utiliza um espaço reservado à CMPV a condutora dum topo de gama preto, não sendo funcionária da Câmara?
b. qual a justificação para o carro da NOTYPE (uma empresa que promove a imagem da CMPV), utilizar idênticos espaços? Os seus funcionários trabalham nos Paços do Concelho?
c. qual a razão para 1 lugar cativo da CMPV no topo norte da Rua António Graça, que existe há décadas, e onde nunca vi nenhuma viatura da Edilidade?

5. E se de usos e abusos no estacionamento mais haveria a dizer, para se ver a bagunça e o forrobodó que por aqui grassam, basta ter em conta o que foi descrito (e ilustrado) em «na ponta do cais»; leia-se e verifique-se in loco. Está lá!

Comentários

Pois é...só que uns são mais "iguais do que os outros"!

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