O FUTURO ... TAL E QUAL! Data de 2007 o estudo revelado pelo Departamento de Trabalho norte-americano, mostrando as previsões sobre as profissões e as indústrias que mais crescerão até 2014. Um "pequeno" horizonte de 7 anos! Também temos, em Portugal, um Ministério do Trabalho e um Ministério da Educação - ambos associados a este problema - que nada fizeram, nada fazem, e têm raiva a quem faz... Aquele é o tipo de estudo que deve constituir uma preocupação constante de qualquer governo para prevenir, tanto quanto possível, os desaires profissionais como aqueles que agora vivemos. As decisões casuísticas dão no que dão: um desastre! Foram apontados uns tantos empregos com futuro, nos EUA: - engenheiros informáticos - engenheiros de novas tecnologias - fisiologistas de controlo de peso - e-formadores - gestores de I&D na indústria farmacêutica - técnicos de gerontologia - chef de cozinha - produtor cultural independente. Por outro lado, apontam-se as profissões que irão desaparecer, ainda nos EUA: - operadores de caixa nos hipermercados - sindicalistas - mineiros - construtores - operadores de call center - prospectores de petróleo. Mas nem tudo é negro. Algumas profissões estarão lá (e cá), para ficar e durar: - políticos - prostitutas - criminosos - agentes do fisco - agentes funerários - cabeleireiros - artistas de variedades. Uma previsão que nos poderá ser muito útil. Convoque-se,pois, um Conselho de Ministros extraordinário para apreciar e aproveitar este planeamento e tomar decisões...
Os elementos da primeira Guarnição da Corveta "António Enes" juntaram-se recentemente na Base Naval de Lisboa para uma cerimónia carregada de simbolismo: a despedida do navio, acabado de ser oficialmente abatido ao efectivo da esquadra naval. Concebida para uma vida estimada de 30 a 35 anos, navegou durante 55 anos! O patrono do navio foi António José Orta Enes: nasceu e estudou em Lisboa, tendo-se licenciado em Letras. Ainda estudante, assumiu um espírito liberal e republicano e viria a integrar o grupo "Geração de 70" (Eça de Queiroz e outros), que promoveu uma profunda revolução cultural, literária e política. Foi jornalista, escritor/dramaturgo, político e diplomata, deputado, Ministro da Marinha e do Ultramar, Bibliotecário-Mor da Biblioteca Nacional de Lisboa e Administrador Colonial (em Moçambique, e por sua iniciativa, mudou a capital da Ilha de Moçambique para Lourenço Marques). Devido ao último cargo, Conselheiro do Rei, foi feito Fidalgo Cavaleiro da Ca...
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De que nos valeu a Restauração?!