Avançar para o conteúdo principal

SALPICOS (4)

1. Eu acredito - porque não o conheço - na explicação dada pelo presidente da Câmara Municipal de Bragança, que vai concorrer a um 4º (quarto) mandato pelo PSD.
Depois de ter afirmado que este mandato seria o último, o autarca justifica com a crise a sua mudança de ideia. Segundo ele, a crise exige estabilidade e uma boa orientação das políticas municipais.
Para o Poder Local será bendita a crise!
Se não fosse esse flagelo, entornava-se o barco municipal (todos às turras!) e desorientavam-se as políticas (um desgoverno!).
Mais um mandato, mais sacrifício, e o povo feliz!

2. O palco é Leiria - a cidade do Lis e da Ribeira dos Esgotos -, onde a actual presidente da Câmara Municipal vai a caminho do 4º (quarto) mandato pelo PSD.
Reunidas as hostes partidárias, a autarca considerou que, sondagens àparte (especialmente se forem desfavoráveis), o candidato do PSD tem que ser sustentado por um estudo de mercado (!).
E sublinhou, a rematar em beleza: "os interesses do partido devem estar à frente de tudo".

3. É o Poder Local, lá como cá!

Comentários

Dimas Maio disse…
Caro Comandante :

São uns,sacrificados,coitadinhos. E não ganham nada, se não forem corruptos.
Sacrificam o conforto familiar pelo que entendem um dever social, para não dizer patriótico.

Por quem é, Comandante, não os salpique !
José Leite disse…
Mas que "inveja" meu Deus!

Eles têm direito à vida: os do PS e os do PSD!

Nada de "eutanásias" precipitadas.

Vamos ver entre Vila do Conde e Póvoa de Varzim, um cartaz com Macedo Viera e Mário de Almeida rezando assim:

«Dinossauros unidos jamais serão vencidos!»
José Leite disse…
Meu caro:

«Aquilo» do Benfica é apenas uma metáfora. Nem sócio sou!...

Mas que a águia anda só a «encher pneus» isso anda!
Maria da Terra disse…
Voto em branco contra as Pelamis instaladas no poder,(saquei da caixa dos comentários), o melhor comentário que já vi

Mensagens populares deste blogue

ANTÓNIO ENES

  Os elementos da primeira Guarnição da Corveta "António Enes" juntaram-se recentemente na Base Naval de Lisboa para uma cerimónia carregada de simbolismo: a despedida do navio, acabado de ser oficialmente abatido ao efectivo da esquadra naval. Concebida para uma vida estimada de 30 a 35 anos, navegou durante 55 anos! O patrono do navio foi António José Orta Enes: nasceu e estudou em Lisboa, tendo-se licenciado em Letras. Ainda estudante, assumiu um espírito liberal e republicano e viria a integrar o grupo "Geração de 70" (Eça de Queiroz e outros), que promoveu uma profunda revolução cultural, literária e política. Foi jornalista, escritor/dramaturgo, político e diplomata, deputado, Ministro da Marinha e do Ultramar, Bibliotecário-Mor da Biblioteca Nacional de Lisboa e Administrador Colonial (em Moçambique, e por sua iniciativa, mudou a capital da Ilha de Moçambique para Lourenço Marques). Devido ao último cargo, Conselheiro do Rei, foi feito Fidalgo Cavaleiro da Ca...
                                                            UPU      A União Postal Universal (UPU) foi criada há 150 anos e subscrita por cerca de 190 países. Portugal foi um desses signatários, usando a designação Correios de Portugal (CTT).      Os CTT, como sempre os conhecemos, já não existem em Portugal: desde a sua inaudita privatização, há uma dezena de anos, os CTT são quase exclusivamente...um banco! Importa lembrar que desde longa data os Serviços Postais Portugueses desempenharam sempre bem a sua função, como era devido, em obediência aos fins traçados pela UPU.      As condições da privatização incluíram certamente cláusulas sobre o cumprimento das obrigações postais. Considerando as graves anomalias com que hoje nos defrontamos, seria agora altura de rever o tal acordo celebrado n...
                                                    PORTUGAL E BRASIL      A próxima cimeira luso-brasileira, a 19 deste mês, vai juntar os mais altos governantes dos dois países para prepararem (ou assinarem?) nada mais, nada menos do que 20 acordos!      Esta é uma possível boa notícia.      Na cimeira serão tratados assuntos relativos, entre outros, a Defesa, Justiça, Saúde, Segurança, Ciência e Cultura. Ciente das suas responsabilidades, o Governo português terá recolhido opiniões alargadas e fundamentadas sobre cada uma das áreas, no sentido de melhor servir os interesses do povo que representa.      Destaco duas áreas de vital importância: Defesa e Cultura.      No âmbito da primeira, a Defesa, oxalá não nos fiquemos pela "ambição" da compra de equipamentos. Os interesses m...