Avançar para o conteúdo principal
A GESTÃO EXEMPLAR DA VL

Sempre que alguém, de fora do círculo apertado do PSD-Póvoa, emite uma opinião ou critica aspectos de gestão da Varzim Lazer-Empresa Municipal (VL), costumam saltar as "comadres", num frenesim enjoativo, a tecer loas à excelente gerência (?!) e às magníficas (?!) condições da VL, e a denegrir outras opiniões que não estejam em sintonia. E há quem afirme até que "já basta de se falar na VL!", como se tudo estivesse remediado.
Não está, e dificilmente virá a estar. As razões são conhecidas, e só não as aceita quem não quer mesmo aceitá-las.

O anterior presidente do CA da VL (presidente da Câmara, Macedo Vieira), "explicou que a academia (pomposo nome!) precisava de ser dinamizada, e, agora poderá ser possível criar ali uma escola de ténis" (in "Póvoa Semanário", 03.10.2007).

No mesmo semanário, o artigo de opinião do Eng. David Santos ("Varzim Lazer, um exemplo de gestão"), escrito por quem tem conhecida experiência, demonstra de forma lógica as incongruências apresentadas pelos responsáveis da VL, nestes últimos dias.
Vale bem a pena ler aquele artigo esclarecedor. Depois disso, creio que se esgotaram quaisquer argumentos das tais "comadres".

Comentários

Admira-me que o Afonso Oliveira se deixe arrastar para a lama da Varzim Lazer...Talvez por ingenuidade política ou pensar que é magnânimo economista que consegue recuperar aquele elefante branco...Claro que a unica solução é acabar com a Varzim Lazer...mas como isso seria politicamente um desastre para o PSD-póvoa, só existe a solução do paulatino desmembramento e desarticulação até à sua diluição econónica no seio da contabilidade autárquica... será?
José Leite disse…
A VL é um caldo de cultura onde floresce o vírus chamado nepotismo!...

Mensagens populares deste blogue

                                            DOIS DEDOS DE CONVERSA      Cruzamo-nos à porta do estabelecimento. E como por vezes sucede entre pessoas educadas, nas hesitações do entra-e-sai, foi o costume: faça o favor; o senhor primeiro; primeiro o senhor; faça o favor.      Parecia contar já uma bonita idade, que se adivinhava pelo rosto cansado, enrugado. Estático, mirou-me através das lentes grossas dos seus óculos, a sondar as lonjuras das memórias e perguntou: "o senhor não é daqui, pois não?"      Não! eu não era dali.      Em geografia simplificada, foi o que lhe disse: "a minha cidade fica a dois ou três concelhos a norte daqui, junto à costa".      "Então somos vizinhos", exclamou com alegria.      Desnovelou a vida: muito novo saíra da terra porque naqueles tempos a vida era difí...
                                                    PORTUGAL E BRASIL      A próxima cimeira luso-brasileira, a 19 deste mês, vai juntar os mais altos governantes dos dois países para prepararem (ou assinarem?) nada mais, nada menos do que 20 acordos!      Esta é uma possível boa notícia.      Na cimeira serão tratados assuntos relativos, entre outros, a Defesa, Justiça, Saúde, Segurança, Ciência e Cultura. Ciente das suas responsabilidades, o Governo português terá recolhido opiniões alargadas e fundamentadas sobre cada uma das áreas, no sentido de melhor servir os interesses do povo que representa.      Destaco duas áreas de vital importância: Defesa e Cultura.      No âmbito da primeira, a Defesa, oxalá não nos fiquemos pela "ambição" da compra de equipamentos. Os interesses m...

ANTÓNIO ENES

  Os elementos da primeira Guarnição da Corveta "António Enes" juntaram-se recentemente na Base Naval de Lisboa para uma cerimónia carregada de simbolismo: a despedida do navio, acabado de ser oficialmente abatido ao efectivo da esquadra naval. Concebida para uma vida estimada de 30 a 35 anos, navegou durante 55 anos! O patrono do navio foi António José Orta Enes: nasceu e estudou em Lisboa, tendo-se licenciado em Letras. Ainda estudante, assumiu um espírito liberal e republicano e viria a integrar o grupo "Geração de 70" (Eça de Queiroz e outros), que promoveu uma profunda revolução cultural, literária e política. Foi jornalista, escritor/dramaturgo, político e diplomata, deputado, Ministro da Marinha e do Ultramar, Bibliotecário-Mor da Biblioteca Nacional de Lisboa e Administrador Colonial (em Moçambique, e por sua iniciativa, mudou a capital da Ilha de Moçambique para Lourenço Marques). Devido ao último cargo, Conselheiro do Rei, foi feito Fidalgo Cavaleiro da Ca...