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Showing posts from June, 2009
T G V

Uma vez que os adultos não entendem esta coisa do TGV - em português poderia ser CAV, Comboio de Alta Velocidade -, se explicarmos às criancinhas elas perceberão e até poderão dar a sua opinião: qualquer coisa do género "tenham mas é juízo".

Então, crianças, prestem atenção!

Em Portugal dispensa-se o TGV, e nunca se deveria ter pensado nele (a propósito da crise económica é que , só agora, se despertou o debate!). O que é necessário e urgente é terminar (e prolongar) o projecto do Alfa, quase tão rápido como o TGV, e refazer a rede ferroviária que se destruiu.

O TGV iria servir apenas para ligar Lisboa e Madrid, o que, mesmo em tempo de "vacas gordas", não teria justificação.

Há companhias aéreas, como a TAP e a Ibéria, com várias ligações diárias entre as
duas capitais. Agora surge a notícia que a Air Europa vai passar a ligar Lisboa-Madrid quatro vezes por dia, em cada um dos dois sentidos, com voos cerca das 8h, 12h, 16h e 20h; o p…
OS ÍNDIOS

Um cidadão poveiro - Arq. Silva Garcia - havia escrito mais um artigo de Opinião, num semanário local, sobre um tema de interesse da comunidade (contra as portagens na A28).
Os visados (o presidente da autarquia e o líder do partido político local no poder), não se mostraram incomodados.
E deveriam ter ficado!
E deveriam ter explicado aos poveiros o que pensavam sobre o assunto!
E deveriam ter rebatido o referido artigo!
Teria sido o salutar diálogo, que sempre rejeitam.

Passados 6 meses - meio ano! - aqueles dois autarcas "descobriram" que haviam sido feridos na sua honra e no bom nome! Haviam encontrado uma justificação para a "ignomínia": o cidadão, autor daquela e de tantas crónicas, anunciara então a sua intenção de se candidatar à presidência da Câmara Municipal.
Um adversário de peso! A estratégia do poder desenvolveu-se no sentido de "desviá-lo do caminho", a qualquer "justificado" custo.

Encurtando:
Ele…
IMAGENS POLÍTICAS

Dos últimos dias de eleições e do Dia de Portugal podemos reter várias imagens, sobre as quais - se fôssemos gente interessada - deveríamos reflectir, e depois, agir.
Basta de bolorento marasmo!

1. A comitiva pára no Terreiro, embandeirado a propósito.
Troca de beijos e abraços.
O povo, vestido de domingo, dança.
Parece um povo feliz.

2. Nos comícios absurdos fala um chefe, sempre aos gritos.
Ninguém ouve.
Batem palmas.
O povo não questiona.

3. Esbanjaram-se milhões em propaganda descabida.
Grande empenhamento em caçar votos.
No fim da festança, disseram que o jogo eleitoral era a feijões.

4. O mais alto magistrado da Nação recomendou aos políticos seriedade nas atitudes.
Exemplar comportamento ético.
Rigor nos gastos dos dinheiros públicos.
Os políticos, incluindo os do Poder Local, não entenderam.

5. As próximas eleições são já em Setembro!
A PROPÓSITO DE ELEIÇÕES

Abraham Lincoln, o celebrado Presidente dos EUA (1809-1865), terá dito que

"um boletim de voto tem mais força que um tiro de espingarda"!

Pode acontecer, por vezes, que o tiro seja de "pólvora seca". Mas não deixa de ser um tiro!

O que é preciso é atirar!

Preocupa-me é não termos, aqui, uma carreira de tiro...
SALPICOS (4)

1. Eu acredito - porque não o conheço - na explicação dada pelo presidente da Câmara Municipal de Bragança, que vai concorrer a um 4º (quarto) mandato pelo PSD.
Depois de ter afirmado que este mandato seria o último, o autarca justifica com a crise a sua mudança de ideia. Segundo ele, a crise exige estabilidade e uma boa orientação das políticas municipais.
Para o Poder Local será bendita a crise!
Se não fosse esse flagelo, entornava-se o barco municipal (todos às turras!) e desorientavam-se as políticas (um desgoverno!).
Mais um mandato, mais sacrifício, e o povo feliz!

2. O palco é Leiria - a cidade do Lis e da Ribeira dos Esgotos -, onde a actual presidente da Câmara Municipal vai a caminho do 4º (quarto) mandato pelo PSD.
Reunidas as hostes partidárias, a autarca considerou que, sondagens àparte (especialmente se forem desfavoráveis), o candidato do PSD tem que ser sustentado por um estudo de mercado (!).
E sublinhou, a rematar em beleza: