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GASOLINA OU GASÓLEO ?



Sobre o novo posto de abastecimento de combustíveis, que atravanca e desfeia a moderna Avenida 25 de Abril, muito se tem lido e falado: leu-se nos jornais e nos blogues, ouviu-se nas rádios e nos cochichos. E foi assunto falado na Assembleia Municipal!



Contrariamente ao que muitas pessoas possam pensar, nesta altura dos claros esclarecimentos eu até aprovaria a ideia da bomba pertencer ao presidente da Câmara, a seus familiares ou amigos.

Parece estranho, mas não é!


Vejamos!


Se o posto de abastecimento pertencesse, como parece, a uma empresa ou a outrem, os preços dos combustíveis e serviços seriam iguais ou superiores aos da concorrência, porque o objectivo será o lucro (e quanto mais, melhor).

Se, como bisbilhotam, "aquilo" for pertença dos referidos visados, haverá a garantia de termos os preços mais baixos das redondezas, porque a sua intenção será prestar um serviço à população. Uma espécie de serviço público.

Até poderá vir a acontecer que uma boa parte dos proventos da bomba reverta a favor de instituições poveiras carenciadas.

Afinal, tudo pode acabar da melhor forma, se este raciocínio estiver certo.

De quem é a bomba?



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