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MÃE ORGULHOSA E FILHO BURRO

Aqui se dá conta da história verídica daquela Mãe extremosa, mulher simples, do povo, que um dia foi à capital assistir ao Juramento de Bandeira do seu filho, que havia sido chamado às sortes, para servir a Pátria.
O recruta era tido como bom moço, educado, amigo do seu amigo, respeitador e disciplinado. Porém, os instrutores e os próprios camaradas achavam-no um pouco burro. Em boa verdade, era até bastante burro, benza-o Deus, que nem marchar conseguira aprender!
No dia da festa, desfilava garbosa a Companhia, marchando os mancebos ao ritmo dos tambores: esquerdo, direito, esquerdo, direito...
Ao passar em frente à tribuna reservada aos familiares e amigos, a Mãe extremosa não conteve uma lágrima de emoção e orgulho, e disse:
- «Reparem no meu filho! É o único que vai com o passo certo!»

(N.B.- a propósito do pagamento de portagens na «nossa» A28, o semanário «A Voz da Póvoa», de 26.10.2006, apresenta na capa:
«Todos contra as portagens entre a Póvoa e o Porto. Macedo Vieira é a excepção».

Comments

mfc said…
Não gosto de ser grosso...mas neste caso apetecia-me tanto!!!!
Marx said…
Excelente estória, em jeito de parábola. Já não digo o mesmo da da associação ao N.B.. Creio ser salutar que, cada vez mais, se destoe do conjunto. E que o unanimista «Maria vai com as outras» cansa. E tende a fatigar-nos, tanto de orgulho como de burrice.
UNIVERSALEX said…
Por vezes
é o Nozolino o melhor elemento da banda desenhada..emboar a vedeta seja o PatoD onald

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AS GUERRAS DOS OUTROS

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     As estrelas dão as mãos e sorriem.


     Tempo de vésperas.

     É chegada a hora dos audazes.


     Um raio de luz aponta a alvorada, a tão desejada alvorada.

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     É a madrugada do futuro prometido.