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ESPAÇOS VERDES
A revista «Visão», de 15 de Junho, apresentava a seguinte questão, em letras bem gordas:
«Porque é que Lisboa continua a ser uma das poucas cidades europeias onde não existem praças, com árvores frondosas e bancos de madeira, onde possamos descansar?
É verdade que continua o «assalto» generalizado aos espaços verdes (onde couber um loteamento...), mas perante a pergunta (de alarme?), consultei um mapa recente da capital e pareceu-me que a coisa não está tão mal assim: ainda têm o Parque de Monsanto (o pulmão de Lisboa), o Jardim Botânico, as árvores (de grande porte) da Avenida da Liberdade, etc. Mas se levantam a questão, é porque tem havido razia.
Pior, muito pior, é o que se passa por estas bandas.
P.S. - Não escrevi durante uns tempos, porque se partiu o lápis! Mas agora já está novamente afiado...

Comments

UNIVERSALEX said…
Aionda bem que o comandante regressou!

Mas em LÇisboa até há muitos espaços verdes com bancos ecom arvores...

Digo isso porque lá vou devez em quando epercorro acidadd de metro por muito menos dinheiro do queaqui na Póvoa..pois só em estacionament é uma renda já para não falr do tempo que se espera num transito caótico de sentido único...Venha O parque Gungunhana da Avenida Mouzinho evamos aver que ainda vai ser bem pior...a menos que a cidade proiba o transito automópvel às terças quartas e domingos..Eh!eH1

agora encontrar um, espaço verde com arvores na Póvoa só se for na dita avenida mouzinho..mas infelizmente não tem lá bancos...daqueles de sentar...

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